sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A rainha da sabedoria


A filosofia nunca torna as coisas mais fáceis se não mais graves, mas a questão é a seguinte esta frase e está invertida, pois a razão vem em primeiro lugar, a razão não é capaz de compreender o amor, o amor deixa a razão em segundo plano apenas como um sentido orientador para o que vamos contemplar.
Mas em tudo que pensamos vem com a contradição, tudo esta na mente o tempo todo se organizando, ás vezes sem pensamentos, mas com os sentidos, tudo está consciente, é que não percebemos nossa mente agir.
O amor é simplificar as coisas, é olhar através de um sentido orientador (razão), e junto dela refletir, mas, principalmente sentir com os órgãos do sentido, e darmos novos significados as coisas e não buscar a essência ou aprocura do desconhecido, mas sim organizar o que esta dentro de nós e ao nosso redor.
Nada é desconhecido tudo é criação de Deus, uma pedra é uma pedra, a diferença é criar um significado, vendo a pedra e tudo que se move ao redor dela, com a razão e com os órgãos do sentido captando cada ruído trazendo para nosso mundo individual, o total da significação que vem com o contrário do que foi significado,isso é o contemplar fazer brilhar nosso mundo, assim nós sabenderemos o que queremos pegar de bom do mundo e o que vai ter que ser trabalhado, para chegarmos à conclusão, até do que não devemos fazer, mas sabendo o porquê, e a pedra possui dentro dela um universo infinito, como em tudo que é material e espiritual, pois tudo está interligado a fonte, dessa forma podemos ver a fonte, o todo em qualquer coisa, não existe separação entre nada do que vemos e o que ainda não conceguimos vêr.
Os filósofos tentam buscar uns a essência outros dizem que primeiro vem à existência, mas ficam na razão que é um dos instrumentos para chegar ao amor que é o desconhecido que eles procuram, que é a criação de Deus que eles (tentam entender, eles tentam entender a si mesmos), pois na verdade somos um embora ainda não nos vemos assim.
Mas o coletivo busca com a razão o sentido da vida, o amor esta muito além disso, está junto da razão e de muitos outros instrumentos, como o próprio sofrimento no sentido mais profundo de darmos valor, significado e contemplação ao amor, assim como não chegamos ao amor se não enfrentarmos as ilusões do coletivo que são nossas próprias ilusões nossos menores e maiores medos, angustias, sentimentos de culpa, histórico e etc...
O amor não é a essência, nem a existência que vem antes da essência. O amor é o momento que contemplamos algo que esta em constante movimento. É uma co-criacão continua. O amor está em tudo só que quem está no coletivo não percebe o todo e fica preso nos pensamentos e na razão.
O amor não busca entrar em uma realidade cheia de mistérios, e sim admirar aquilo que Deus nos deu, o mundo para darmos significados as coisas que estão ao nosso redor.
Abrir a porta para luz que é reinventar o mundo dando mais brilho e personalidade as coisas. O amor nos faz Sermos completo Ser é agir, mas, com as virtudes do amor que é algo insubstituível na nossa vida, assim como toda criação. É viver amando e espalhando amor sabendo que nós temos algo a contemplar, e contemplar é aprender e arrumar junto da razão, agindo e sentido e respirando o ar, assim sempre mantendo a paz.

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