
Caso uma pessoa acredita ter vivido um passado doloroso, feio, cheio de erros ou trágico, realmente viveu e continua vivendo, o passado, o presente e o futuro ambos existem no agora, quem estabelece o conceito de tempo é a realidade.
Portanto, o que vivemos no passado continua a existir no agora, na nossa mente, influenciando o nosso humor, bem estar, enfim nossa ação, nosso sentir e a nossa existência.
Se pensarmos no passado e considerarmos que ele foi ruim, estamos nos julgando e mais profundamente nos condenando, fechando as portas para as coisas boas que poderão surgir na nossa vida, assim passamos a fazer o que a realidade quer.
Dessa forma nunca chegaremos ao equilíbrio, pois a humanidade nunca está satisfeita por ser o que é, quer sempre mais, só que nos reduzindo a etapas de desenvolvimento, nos conduzindo a crescer em um determinado tempo.
A realidade quer que olhemos para traz, para através da culpa, nos remodelamos, mas seguindo seus padrões de regras, normas e condutas.
Assim foi criado estágio evolutivo, níveis de consciência, que alcançamos, como em um jogo de xadrez, resolvendo problemas, criando estratégias, olhando sempre para traz para pensar na jogada seguinte e como atacar seu inimigo no futuro, assim evoluir lentamente em competição, não havendo integração entre as pessoas e se completando umas nas outras, mas pelo contrario se comparando.
Mas o que acontece é que se vivermos dessa forma a nossa vida, chegaremos a conclusão que o inimigo sempre foi nós mesmos, estamos sempre nos olhando no espelho,e não percebemos a importância que o outro tem em nossa vida.
A realidade nos mostra o que queremos ver, mas à medida que nós vamos nos interiorizando , vamos entrando mais em contato com o todo e percebendo que a realidade sempre esteve disponível ao nossos olhos.
O que conhecemos como realidade é uma pequena parcela do que é o nosso Ser, nos somos parte integrante dos universos e suas complicações, somos grandes bibliotecas astrais e sabemos e podemos fazer muito mais obras do que sequer imaginamos conscientes.
Quando temos lembranças que a sociedade julga negativa, mas nós vivemos com naturalidade e com propósito, começamos a entrar em equilíbrio.
Nós não necessitamos passar por provas para evoluir como a tradição e a história nos ensinou, os nossos pensamentos podem antecipar as provas, tirando conclusões da fatos que ainda não aconteceram ou se projetando em alguma situação que seu semelhante viveu assim trazendo o mundo dele e do todo para dentro de si e refletindo e tirando novos conhecimentos e novas percepções suas pelos fenômenos que foram incorporados
Se um ser humano conseguir interligar os fatos desde a história a ficção e as fantasias e chega a uma visão própria do que analisou, está criando, de tal forma que passamos a manipular o meio em que vivemos, mas não controlando o outro, mas sim a si mesmo, o que acontece com o outro é resultado do que acontece com sigo mesmo, sendo impossível não afetar tudo que nos rodeia.
Esse é o equilíbrio sem tempo, nem espaço, apenas na criação, no agora sempre atento ao que está a acontecer e a sentir o momento, com o julgamento em plana harmonia entre mente, sensações corporais e o meio.
No equilíbrio não necessitamos de nada, o silencio, as atribulações e as pessoas as quais compartilhamos nossa existência, todas elas tem sua funcionalidade, e a razão de existir, tudo está certo, pois nos controlamos e não somos controlados.
Sendo assim não somos reduzidos a etapas, tudo está na mente, tudo passa a ser conveniente, pois no equilíbrio o humano é tudo, o que acontece com os outros mesmo no mais longe lugar dos universos está acontecendo a si mesmo.
E possuindo essa consciência do propósito das coisas do passado indo até a funcionalidade do todo, apenas atrairemos vibrações positivas para nosso ser, sempre estando em equilíbrio mesmo nas mudanças.

Parabéns pelo blog Gabel. Acabei de conhecê-lo.
ResponderExcluirSegunda Feira 26/01/09. 08:04 am.
Lí apenas os dois últimos post´s. Equilíbrio e Neurose coletiva. São divinos.
Um Abraço. Léo.