
O diabo em si não existe, o que existe é a representação dele na nossa mente, na sociedade também existe uma representação coletiva dele, não é um anjo caído, mas possui um poder que é vindo de nós quando o alimentamos com o medo, ódio, raiva dentre outros pensamentos que geram vibrações inferiores .
O que existe são vibrações que estão abaixo da linha do zero e acima ambas emitidas, pelas nossas ondas mentais, as inferiores foi dado o nome de Diabo, pois estamos todos interligados, portanto quando agimos de forma negativa atraimos vibrações negativas nossas, de outros, e para os outros, fazendo crescer cada vez mais, uma estrutura coletiva de pensamentos e sensações e percepções no todo, criando um holograma, uma somatória de nossas ondas mentais, que influência no nosso agir e na tomada de atitudes.
O nosso trabalho, com a ajuda de Deus e nossa Divindade é elevar nossa vibração do todo, acima da linha do zero e tornar-mos luz, nos descobrindo quem somos e incorporando nossa Divindade, dessa forma levantando nossos semelhantes, para que cada um possa fazer sua reforma intima, romper seus medos, encarar o inferno do cotidiano e parar de fazer criações de esquemas negativos e passar a ver a vida como uma batalha a ser vencida no coletivo, tudo que nós fazemos influência a todos, portanto para vencermos o Diabo temos que agir positivamente e retirarmos a parte de nós que influência a nossa percepção do todo negativamente e que está nesse holograma de vibrações inferiores, que cada vez mais que um ser passa a tomar uma postura positiva, esse holograma vai se desintegrando.
Assim substituindo o desespero em esperança e ver Deus em todos os lugares, efetuando a Divina limpesa e sabendo que nunca errou, tudo que você fez foi para ser feliz, e não se culpar mais, dessa maneira vamos construindo uma forma de viver, uma sociedade na qual Deus faz parte e construir um amor que vai fazer de todos os universos e realidades paralelas, um lugar mais harmonico e com mais energia a ser aproveitada para a aquisição de novos conhecimentos para a fonte criativa, pois quando tiramos nossa parte de vibrações inferiores do coletivo, abrimos mais portas para a criação de novas idéias e descobertas superiores.

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